Califórnia pede ao FBI combate a cultivos ilegais de maconha com ligação à China

Deputado James Gallagher alerta para milhares de plantações ilegais no norte do estado, redes criminosas e pedido de apoio federal.
Foto: Rafael Minguet Delgado (Pexels)
O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business em que o congressista republicano da Califórnia James Gallagher pede ao FBI que interfira contra o cultivo ilegal de maconha no norte do estado. No programa, ele descreve um mercado paralelo bilionário, ligado a empresas de fachada e a redes criminosas, e diz que a polícia local já não dá conta sozinha.
Mercado ilegal cresceu após a legalização
Segundo Gallagher, quando a Califórnia legalizou a maconha recreativa e aplicou impostos altos, quem tentou operar na legalidade sofreu. Já o comércio ilícito explodiu, sobretudo no norte do estado e em áreas florestais. Em um único condado — citado como Siskiyou — as estimativas chegam a mais de 7 mil plantações ilegais, com estufas espalhadas pela região.
China, cartéis e risco ambiental
O congressista afirma que o dinheiro e a estrutura de muitas dessas operações apontam para empresas de fachada ligadas à China e, em vários casos, a nacionais chineses. Também cita cartéis mexicanos por trás de parte dos cultivos. Ele alerta para o uso de pesticidas proibidos ou incomuns na agricultura, que contaminam bacias hidrográficas, além da criminalidade em torno das plantações. Em algumas batidas, diz, quem cuida do plantio parece ter sido traficada; quem manda estaria por trás.
Pedido de apoio federal
Gallagher conta que pediu ao diretor do FBI, Kash Patel, investigação e reforço federal contra o que chama de crime organizado transnacional. Critica o governador Gavin Newsom por, na visão dele, não dar o apoio estadual necessário à fiscalização e à proteção da água, e diz que o problema exige resposta além do nível local. O programa encerra com o compromisso de acompanhar o caso.
Fonte: o Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business no YouTube · abrir o vídeo
Direitos: o vídeo permanece de Fox Business. Incorporado via player do YouTube. O Mundo dos Negócios não detém os direitos do conteúdo audiovisual — apenas resume e contextualiza para o leitor, com crédito à fonte.
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