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Diamantes naturais perdem cerca de 60% do valor em cinco anos

Diamantes naturais perdem cerca de 60% do valor em cinco anos

Preço despenca desde o pico de 2022, enquanto pedras de laboratório já respondem por 61% das alianças nos EUA, segundo a CNBC.

Ilustração: Mian Rizwan (Pexels)

O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal CNBC em que Liz Napolitano explica por que os diamantes naturais perderam brilho no mercado. Em cerca de cinco anos, o preço dessas pedras caiu cerca de 60%, saindo de um pico histórico próximo de US$ 10 mil por quilate em março de 2022.

Vídeo: CNBC no YouTube · ver no canal

Laboratório barateia a alternativa

O principal fator apontado é o boom dos diamantes cultivados em laboratório, que entram no mercado por uma fração do custo. São feitos com sementes de diamante em câmara a vácuo, com gases ricos em carbono sob calor e pressão controlados. A pedra cresce camada a camada, depois é lapidada e polida. Tem a mesma aparência e as mesmas propriedades químicas e físicas das pedras naturais — e o comprador economiza milhares de dólares.

Setor tradicional sob pressão

Incerteza geopolítica, excesso de estoque de diamantes lapidados e tarifas mais altas sobre importações da Índia forçam os grandes nomes do setor a se adaptar. A russa Alrosa, estatal e responsável por cerca de 30% da produção mundial, registrou queda na produção entre 2023 e 2025.

Consumidor já mudou de hábito

Como as pedras de laboratório podem ser produzidas em quantidade praticamente ilimitada, o preço segue bem abaixo do natural. Em 2026, pedras cultivadas, incluindo diamantes, responderam por 61% das vendas de alianças nos Estados Unidos — alta de 239% desde 2020. A mudança altera o mercado tradicional e coloca em xeque o futuro de uma indústria centenária.

Fonte: o Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal CNBC no YouTube · abrir o vídeo

Direitos: o vídeo permanece de CNBC. Incorporado via player do YouTube. O Mundo dos Negócios não detém os direitos do conteúdo audiovisual — apenas resume e contextualiza para o leitor, com crédito à fonte.

Conteúdo informativo. Não substitui orientação profissional no seu caso.