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Supermercados regionais avançam e concentram fatia maior do faturamento

Supermercados regionais avançam e concentram fatia maior do faturamento

Redes locais ganham peso no ranking da Abras e crescem mais rápido que as grandes cadeias nacionais, segundo o InvestNews BR.

Ilustração: Kenneth Surillo (Pexels)

O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal InvestNews BR sobre a força crescente dos supermercados regionais no Brasil. Em linguagem simples: redes que nasceram em estados e cidades ganham espaço no faturamento do setor alimentar, enquanto as grandes marcas nacionais crescem em ritmo mais lento e mudam de estratégia.

Vídeo: InvestNews BR no YouTube · ver no canal

O que mudou no ranking

Segundo o InvestNews BR, o movimento não é novo, mas ficou mais evidente. Os regionais sempre tiveram laço forte com o consumidor local; agora também concentram fatia relevante do faturamento. Em 2015, cerca de 20% do faturamento dos 20 maiores grupos estava nos regionais. Hoje, quase 70% desse bolo está nas mãos deles.

Quem ganha espaço

O Grupo Mateus lidera disparado no Nordeste. Os Supermercados BH, da região metropolitana de Belo Horizonte, cresceram em Minas e em outros estados, ultrapassaram o Grupo Pão de Açúcar e figuram como quarto maior no ranking de faturamento da Abras. Também entram na conversa o Grupo Mufato, do Paraná, e o Grupo Pereira, do Sul.

Nacionais ainda lideram, mas mudam o jogo

No ranking da Abras, o Carrefour Brasil segue em primeiro e o Assaí em segundo. Ambos ainda crescem, só que menos rápido que os regionais. O Carrefour tinha 26 supermercados no país, vendeu 21 ao Grupo Pereira, ficou com cerca de seis lojas Carrefour Bairro e converte cada vez mais pontos para a bandeira Atacadão. O Assaí expandiu com atacarejos, comprou lojas Extra e transformou hipermercados nesse formato — sinal de que o modelo do varejo alimentar também mudou.

Fonte: o Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal InvestNews BR no YouTube · abrir o vídeo

Direitos: o vídeo permanece de InvestNews BR. Incorporado via player do YouTube. O Mundo dos Negócios não detém os direitos do conteúdo audiovisual — apenas resume e contextualiza para o leitor, com crédito à fonte.

Conteúdo informativo. Não substitui orientação profissional no seu caso.