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Apple lança iPhone Duo sem estoque e pré-vendas viram gargalo

Apple lança iPhone Duo sem estoque e pré-vendas viram gargalo

O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo da Bloomberg Television sobre a falta de unidades do iPhone Duo, o lançamento antecipado em dezenas de países e a pressão por receita no trimestre de festas.

Ilustração: 떡이 민 (Pexels)

O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Bloomberg Television no podcast Power On, em que Mark Gurman e Andru Edwards comentam o iPhone Duo, aparelho dobrável de cerca de US$ 2 mil ou mais. A demanda existe, mas a Apple não tem unidades suficientes — e a pré-venda já virou problema para quem quer comprar.

Vídeo: Bloomberg Television no YouTube · ver no canal

Poucas unidades por dia

Segundo o episódio, o Duo é difícil de fabricar. A produção ficava na casa das centenas de unidades por dia, enquanto um iPhone 18 Pro Max chega a dezenas de milhares no mesmo período. As lojas recebem poucos aparelhos; nas Apple Stores dos EUA, o contraste é grande com o estoque dos modelos Pro.

Lançamento mais cedo e em 70 países

O plano inicial era estreia no fim de novembro, só nos EUA e na China, mercados com maior procura por dobráveis. A empresa antecipou o lançamento em um mês e abriu em cerca de 70 países de uma vez, mesmo sem oferta à altura. O resultado, na leitura do programa, são pré-vendas desastrosas do ponto de vista de quem tenta achar o produto.

Pressão do trimestre e dos números

No podcast, a decisão é descrita como financeira. A Apple teria querido dar impulso a John Ternus e colocar o máximo de unidades no trimestre de festas, para mostrar crescimento ano a ano enquanto os serviços desaceleram com força. O objetivo seria elevar a receita e exibir um resultado positivo no balanço de fim de janeiro — com menos atenção ao cliente que não encontra o aparelho.

Fonte: o Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Bloomberg Television no YouTube · abrir o vídeo

Direitos: o vídeo permanece de Bloomberg Television. Incorporado via player do YouTube. O Mundo dos Negócios não detém os direitos do conteúdo audiovisual — apenas resume e contextualiza para o leitor, com crédito à fonte.