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Benito di Paula morre aos 84 anos em São Paulo após um ano de tratamento

Benito di Paula morre aos 84 anos em São Paulo após um ano de tratamento
Imagem ilustrativa

O cantor, compositor e pianista da MPB estava internado no Hospital 9 de Julho; velório e sepultamento ainda não foram divulgados.

Foto: Rafael Rodrigues (Pexels)

O cantor, compositor e pianista Benito di Paula morreu neste domingo, 18 de outubro de 2026, aos 84 anos, em São Paulo. O artista estava internado no Hospital 9 de Julho e tratava um câncer de próstata havia cerca de um ano, segundo a reportagem da Exame.

Benito di Paula integrava o rol de nomes conhecidos da música popular brasileira (MPB). Sua trajetória foi marcada pela combinação de samba com elementos da música romântica, pelo estilo de interpretação ao piano e por composições que conquistaram o público ao longo de décadas.

Até o momento da publicação da notícia, informações sobre velório e sepultamento ainda não haviam sido divulgadas; a matéria indica que esses detalhes serão informados posteriormente.

O que aconteceu

A confirmação da morte foi publicada pela Exame na noite de 18 de outubro de 2026. O texto aponta que o músico faleceu na capital paulista enquanto recebia tratamento oncológico no Hospital 9 de Julho, instituição onde permaneceu internado.

Entre os principais sucessos citados na cobertura estão "Retalhos de Cetim", "Meu Amigo Charlie Brown", "Mulher Brasileira" e "Do Jeito Que a Vida Quer", faixas que ajudaram a consolidar sua presença no cenário da MPB. O artista construiu carreira misturando ritmos e destacando-se em composições românticas populares no Brasil.

Após um longo período sem lançar músicas inéditas, Benito di Paula voltou ao mercado fonográfico em 2021 com o álbum "O Infalível Zen", gravado em parceria com o filho Rodrigo Vellozo. A reportagem descreve um repertório que atravessou gerações e entrou no acervo da música popular brasileira.

Impacto na prática

Mortes de artistas com carreira longa e catálogo reconhecido costumam, em tese, reacender o interesse do público pelas obras — o que pode se refletir em maior busca por gravações em plataformas de streaming e em programações de rádio e televisão que revisitem clássicos da MPB. No caso de Benito di Paula, a fonte não traz dados de audiência ou vendas; qualquer movimento nesse sentido permaneceria a ser observado nos dias seguintes.

Para o setor cultural e para a cadeia que envolve direitos autorais e fonogramas, a perda de um compositor e intérprete com décadas de atividade pode, em hipótese, intensificar conversas sobre preservação de acervo, homenagens em shows e releituras de suas canções por outros músicos — práticas frequentes quando nomes centrais da MPB deixam o cenário, embora a Exame não antecipe eventos específicos.

Em âmbito mais amplo, figuras que simbolizam uma estética — aqui, o piano e o samba romântico — ajudam a definir a identidade musical de um país; a ausência de um de seus expoentes pode, sugerem os casos anteriores na história da MPB, mobilizar instituições de memória cultural e cobertura da imprensa especializada, sem que isso implique, por si só, mudança imediata em políticas públicas ou no mercado fonográfico.

Com velório e sepultamento ainda por anunciar, familiares, fãs e o meio artístico podem aguardar novas informações oficiais; paralelamente, o repertório deixado por Benito di Paula pode voltar ao centro das homenagens públicas, reforçando o lugar que a fonte atribui à sua obra na história da música popular brasileira.

Fontes: Exame

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