CEO da Honeywell alerta para risco cibernético ampliado pela IA

No Fox Business, Vimal Kapur liga a alta capacidade da IA a mais falhas em sistemas industriais e cita crescimento e parcerias da Honeywell.
Foto: Yaroslav Shuraev (Pexels)
O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business em que o CEO e chairman da Honeywell, Vimal Kapur, fala sobre o avanço da inteligência artificial e o aumento de vulnerabilidades cibernéticas em redes industriais. Em entrevista ao programa The Claman Countdown, o tema ganha peso diante de ataques digitais e da pressão sobre empresas que operam infraestrutura crítica.
IA e falhas que afetam a web
A reportagem lembra que países como Irã, Rússia, Coreia do Norte e China usam o hacking como arma e que empresas correm para corrigir falhas. Segundo o Wall Street Journal citado no programa, pesquisadores usaram um modelo da OpenAI para achar um bug em PHP — linguagem que, segundo a mesma referência, está por trás de cerca de 70% dos sites do mundo.
O que a Honeywell diz aos clientes
Kapur afirma que, à medida que as ferramentas de IA ficam mais capazes, elas também expõem mais vulnerabilidades. Isso vale para clientes que usam tecnologia da empresa em refinarias, plantas de GNL, hospitais e data centers — os chamados sistemas de tecnologia operacional (OT). A companhia reforça defesas com ofertas como o Forge Cyber Insight, que busca dar visibilidade quase em tempo real a ativos, falhas e atividade suspeita. Ainda assim, ele reconhece que a proteção nunca é perfeita e que o trabalho é contínuo.
IA física e o primeiro balanço solo
Sobre o Forge Cognition, em parceria com NVIDIA e Dell (e com menção à Google), Kapur descreve a “IA física” no ambiente industrial como um copiloto: filtrar alarmes desnecessários, apoiar conforto e produtividade das equipes e acompanhar o uso de energia em instalações complexas. No lado financeiro, após o spin-off da Honeywell Aerospace, ele celebrou o primeiro resultado como empresa independente: crescimento orgânico de 7%, todos os segmentos no azul, margem 370 pontos-base acima e lucro por ação 34% maior, com revisão para cima do guidance do ano e olhar positivo para 2027 — movimento refletido na alta da ação num dia fraco de mercado.
Fonte: o Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business no YouTube · abrir o vídeo
Direitos: o vídeo permanece de Fox Business. Incorporado via player do YouTube. O Mundo dos Negócios não detém os direitos do conteúdo audiovisual — apenas resume e contextualiza para o leitor, com crédito à fonte.
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