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Eli Lilly amplia fábricas nos EUA e antecipa nova geração de remédios contra obesidade

Eli Lilly amplia fábricas nos EUA e antecipa nova geração de remédios contra obesidade

No Fox Business, o CEO Dave Ricks fala da fábrica de US$ 5 bi na Virgínia, do sucesso dos GLP-1 e de tratamentos orais e injetáveis ainda mais potentes.

Ilustração: Rafael Minguet Delgado (Pexels)

O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business com o presidente e CEO da Eli Lilly, Dave Ricks, no programa Claman’s Power Players. Em entrevista exclusiva, ele comenta os 150 anos da companhia, o avanço da produção nos Estados Unidos e o que vem depois dos remédios de emagrecimento que já lideram o mercado.

Vídeo: Fox Business no YouTube · ver no canal

Fábrica de US$ 5 bilhões na Virgínia

A Lilly inaugurou as obras de uma unidade de US$ 5 bilhões na Virgínia, prevista para gerar 1.800 empregos na construção e 650 permanentes. Segundo Ricks, o local fará o princípio ativo e o produto acabado de novos remédios contra o câncer — um processo completo em solo americano. É a oitava de dez fábricas anunciadas em 2020, com aceleração em 2025.

Por que fabricar nos EUA

Ricks cita três motivos para o investimento: lições da pandemia sobre abastecimento, mudanças no imposto corporativo que ajudam a competir com países de baixa tributação e a pressão por produção doméstica. As plantas modernas usam automação e inteligência artificial; o salário médio nas fábricas, diz ele, fica em cerca de US$ 100 mil.

Do injetável ao comprimido

Os GLP-1 da empresa — com o princípio ativo tirzepatida, em Mounjaro e Zepbound — teriam se tornado, em quatro anos, o medicamento mais vendido da história do setor. A Lilly lançou também uma versão oral diária para quem evita agulhas ou está na fase de manutenção. Na fila, destaca o retatrutide, descrito como o mais potente até agora, com perda de 28% a 30% do peso corporal em pacientes elegíveis.

Cobertura e economia na saúde

Ricks aponta expansão do acesso a idosos com o programa GLP-1 Bridge, a US$ 50 por mês a partir de 1º de julho, e um estudo de agosto mostrando que, em 12 meses, a economia em saúde pode superar o custo do remédio. Com cerca de 40% das doenças crônicas ligadas à obesidade, ele vê impacto na qualidade de vida e na conta do sistema de saúde.

Fonte: o Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business no YouTube · abrir o vídeo

Direitos: o vídeo permanece de Fox Business. Incorporado via player do YouTube. O Mundo dos Negócios não detém os direitos do conteúdo audiovisual — apenas resume e contextualiza para o leitor, com crédito à fonte.

Conteúdo informativo. Não substitui orientação profissional no seu caso.