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Mailza Assis lidera com 60,4% no Acre no 2º turno, aponta AtlasIntel

Mailza Assis lidera com 60,4% no Acre no 2º turno, aponta AtlasIntel

Pesquisa AtlasIntel neste sábado coloca a governadora Mailza Assis (PP) com 60,4% dos votos válidos contra 39,6% de Alan Rick (Republicanos) no Acre; Flávio Bolsonaro marca 66,1% no estado.

Ilustração: Tiago Silva (Pexels)

A pesquisa AtlasIntel divulgada neste sábado, 24 de outubro de 2026, aponta ampla vantagem da governadora Mailza Assis (PP) no segundo turno ao governo do Acre. Em votos válidos — que excluem brancos e nulos —, a candidata registra 60,4% da preferência, contra 39,6% de Alan Rick (Republicanos), segundo a Exame.

No mesmo levantamento estadual, a simulação presidencial no Acre mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 66,1% dos votos válidos e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 33,9%. O instituto ouviu 1.191 eleitores, com margem de erro de três pontos percentuais.

Em linha com a rodada Atlas do mesmo sábado, o Money Times também registrou divulgação de números Atlas/PollsterGraph para o segundo turno no Espírito Santo, o que reforça o fluxo de sondagens estaduais na véspera das urnas — sem alterar o recorte acriano da Exame.

O que aconteceu

Divulgada neste sábado, a nova rodada da AtlasIntel para o governo do Acre coloca Mailza Assis na liderança isolada do segundo turno. Nos votos totais, a governadora mantém a dianteira com 53,3% das intenções de voto, contra 34,9% de Alan Rick. Brancos e nulos somam 9,1%, e 2,7% afirmam não saber em quem votar no Executivo estadual.

Na disputa pela Presidência da República no estado, os votos válidos indicam 66,1% para Flávio Bolsonaro e 33,9% para Lula. Nos totais, o placar local fica em 63,3% a 32,4%, conforme a reportagem da Exame.

O levantamento também mediu a percepção sobre as gestões em curso. O trabalho de Mailza Assis é aprovado por 42% dos entrevistados, enquanto 33% desaprovam e 25% não souberam responder. Na avaliação direta, 54% classificam o governo estadual como regular e 25% como ótimo ou bom.

Em contrapartida, o desempenho do presidente Lula é desaprovado por 65% do eleitorado consultado no Acre, com 32% de aprovação. O governo federal é considerado ruim ou péssimo por 62% e ótimo ou bom por 23%.

Nos recortes demográficos, a Exame destaca que o desempenho de Mailza Assis é impulsionado pelo eleitorado feminino, no qual a governadora atinge 58% das intenções de voto totais, e entre católicos, com 62,9%. Ela também lidera entre eleitores de renda mais alta, com 57,8% no segmento que ganha acima de R$ 10.000 mensais. Alan Rick encontra seu melhor desempenho entre evangélicos (42,5%) e no público masculino (42%), ainda assim abaixo da adversária nos números gerais apresentados.

No Espírito Santo, segundo o Money Times, a Atlas/PollsterGraph do mesmo dia mostra Lorenzo Pazolini (Republicanos) com 51,2% dos votos válidos e Ricardo Ferraço (MDB) com 48,8%, com margem de erro de dois pontos percentuais; nos totais, Pazolini marca 49,8% e Ferraço 47,4%. A menção serve apenas de contexto de calendário de pesquisas, pois os números do Acre vêm da fonte primária da Exame.

Impacto na prática

Em tese, uma vantagem ampla em votos válidos no Acre, se confirmada nas urnas, pode sugerir continuidade de gestão estadual sob Mailza Assis e, com ela, previsibilidade relativa de prioridades administrativas para quem acompanha o estado — hipótese, não resultado eleitoral.

Os índices de aprovação estadual (42%) e a forte desaprovação local ao governo Lula (65%) podem, em hipótese, alimentar leituras de clima político regional distintas do mapa nacional, o que investidores e analistas de risco às vezes observam em períodos de segundo turno, sem garantia de efeito imediato sobre preços ou crédito.

A liderança de Flávio Bolsonaro no recorte acriano da AtlasIntel (66,1% dos válidos) pode reforçar, em tese, a percepção de que o Norte concentra bolsões de preferência alinhados ao campo do PL — leitura que outras coberturas de véspera também tratam no panorama nacional, mas que aqui se limita ao que a pesquisa estadual mensurou.

Se o cenário de 60,4% a 39,6% se sustentar até o fechamento das urnas, o Acre pode figurar, em hipótese, como um dos estados em que a disputa estadual e a presidencial caminham em direções semelhantes no campo da direita — sempre com a ressalva da margem de três pontos e do caráter amostral do levantamento.

Enquanto as urnas não fecham, os números da AtlasIntel no Acre sugerem, em hipótese, que a governadora parte com folga estatística confortável diante de Alan Rick e que o mapa local para a Presidência permanece inclinados a Flávio Bolsonaro, sem antecipar o resultado final nem o efeito sobre a economia nacional.

Fontes: Exame · Money Times

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