Breeze Airways amplia malha com 22 rotas e fala de passagens de fim de ano

No Fox Business, o CEO David Neeleman liga o combustível mais caro às tarifas de Thanksgiving e detalha a expansão da companhia, com destaque para Myrtle Beach.
O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business em que o fundador e CEO da Breeze Airways, David Neeleman, comenta a alta das passagens de Thanksgiving e a expansão da empresa. Em entrevista a Liz Claman, no programa The Claman Countdown, ele liga o encarecimento das tarifas ao salto do combustível de aviação e descreve novas cidades e rotas nos Estados Unidos.
Por que as passagens subiram
Segundo dados citados no programa, a Hopper aponta voos de Thanksgiving cerca de 31% mais caros que no ano passado. A média de ida e volta doméstica teria passado de cerca de US$ 307 para US$ 402. Neeleman confirma o peso do querosene: a Breeze deve gastar cerca de US$ 250 milhões a mais com combustível e recompõe parte disso nas tarifas, partindo de uma base mais baixa que as grandes companhias. Ele cita, por exemplo, média anterior em torno de US$ 120 e necessidade de chegar a cerca de US$ 160 — um salto que, na visão dele, o passageiro ainda absorve melhor do que reajustes em faixas já altas.
22 rotas e foco em Myrtle Beach
A companhia anunciou quatro novas cidades e 22 rotas. Myrtle Beach, na Carolina do Sul, concentra boa parte do movimento, com 11 destinos sem escala e aumento de cerca de 70% nos assentos para a região. Neeleman diz que a Breeze atua em quase 400 rotas e cerca de 95 cidades anunciadas, com voo direto em cerca de 85% dos mercados, ainda que com frequência menor. Em novas rotas, tarifas promocionais costumam começar em faixas como US$ 39 a US$ 79, com opções de bagagem, Wi-Fi e primeira classe (hoje 12 assentos, com plano de 16 no próximo ano).
Natal, frota e caixa
Para Natal, Hanukkah e Ano-Novo, ele espera preços mais altos por causa do combustível, porém menos concentrados que no Thanksgiving. A frota já é toda Airbus A220-300 — com um avião novo a cada três semanas, fabricado em Mobile, Alabama — e há voos internacionais para destinos como República Dominicana, Costa Rica, Nassau e Jamaica. Sobre abrir o capital, Neeleman diz que a empresa está com fluxo de caixa positivo e que IPO não é obrigação no momento.
Fonte: o Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business no YouTube · abrir o vídeo
Direitos: o vídeo permanece de Fox Business. Incorporado via player do YouTube. O Mundo dos Negócios não detém os direitos do conteúdo audiovisual — apenas resume e contextualiza para o leitor, com crédito à fonte.
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