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Charles Smith explica mudança no consumo e na indústria do vinho

Charles Smith explica mudança no consumo e na indústria do vinho

Na Fox Business, o enólogo fala sobre menor consumo, rótulos claros, vinhos brancos e o impacto das tarifas com o Canadá.

Ilustração: Susanna Marsiglia (Pexels)

O Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business em que o enólogo Charles Smith participa do programa Varney & Co. para falar sobre a queda nas vendas de vinho, o menor consumo de álcool nos Estados Unidos e o que as vinícolas estão fazendo para acompanhar a mudança de preferências.

Vídeo: Fox Business no YouTube · ver no canal

O apresentador cita uma pesquisa Gallup segundo a qual só 54% dos adultos americanos bebem álcool — o menor patamar registrado — e admite ceticismo diante do número, mas reconhece que as pessoas estão bebendo menos. Há também um movimento do vinho em direção aos destilados. Smith pede menos “profecia negativa” sobre o setor e mais foco em produto e comunicação.

Rótulos e ingredientes

Para atrair de volta o consumidor, Smith defende vinho de qualidade e linguagem simples, com rótulos fáceis de reconhecer — como o Syrah Power Line Vineyards. No projeto Real Wine Collective, cita o Riesling Blossom Fury e um Cabernet Sauvignon com ingredientes no verso. Segundo ele, até 76 ingredientes podem entrar no vinho americano; a transparência, inclusive via QR code — já exigido na Europa — ajuda a pessoa a escolher o que bebe.

Brancos frescos e tarifas no Canadá

Ele não liga a queda do consumo a remédios de dieta do tipo GLP-1 e aponta ciclo cultural. Na taça, diz, o público foge de tintos pesados e busca brancos frescos e minerais, mais refrescantes. As exportações americanas para o Canadá estão “muito baixas” por causa de tarifas; Smith conta que passa a produzir no Canadá, no vale de Okanagan, em parceria com um produtor local, para o mercado canadense.

Washington, preços e mundo

Smith sustenta que Washington, e não a Califórnia, é o futuro do vinho americano. Exemplos de preço no ar: Riesling seco de Washington a US$ 20, Cabernet Real Wine a US$ 18 e um rótulo mais caro a US$ 40. Também faz vinho na Itália com a família Pasqua, de Verona, para o mercado global — a ideia, resume, é não “pescar no mesmo buraco” se o peixe diminui nos EUA.

Fonte: o Mundo dos Negócios apresenta o vídeo do canal Fox Business no YouTube · abrir o vídeo

Direitos: o vídeo permanece de Fox Business. Incorporado via player do YouTube. O Mundo dos Negócios não detém os direitos do conteúdo audiovisual — apenas resume e contextualiza para o leitor, com crédito à fonte.

Conteúdo informativo. Não substitui orientação profissional no seu caso.